A justificativa dada pelo 1º secretário não convenceu o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Demóstenes Torres.
- As companhias aéreas jamais ficariam com esses créditos. O que não foi usado seria devolvido aos cofres públicos. O Senado só paga o que é utilizado. Não havia qualquer razão para a aprovação desse ato. Isso só ajuda a desgastar a imagem da Casa. A sorte é que o restante das regras para a utilização das passagens continua em vigor e o crédito só poderá ser usado pelos parlamentares - observou Demóstenes.
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